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Ministro quer uma imprensa que promova as boas práticas

13/10/2018 01:14 (MCS)
A imprensa deve imprimir uma nova atitude na maneira de comunicar, com vista a mobilizar a sociedade para a resolução dos problemas sociais básicos, mediante à valorização das boas práticas e denúncia dos actos de vandalismo dos bens públicos.

A imprensa deve imprimir uma nova atitude na maneira de comunicar, com vista a mobilizar a sociedade para a resolução dos problemas sociais básicos, mediante à valorização das boas práticas e denúncia dos actos de vandalismo dos bens públicos.

Esta postura foi advogada pelo ministro da Comunicação Social, João Melo, na cidade do Lubango, província da Huíla, numa palestra subordinada ao tema “A verdadeira função do jornalista”, dirigida a profissionais da área e estudantes universitários de comunicação.

Reconheceu que nesta nova fase em que o país vive, há um ano, a imprensa tem contribuído para melhorar a vida dos angolanos. Todavia, “é preciso começar-se a pensar em outras atitudes, para que esse momento se consolide”.

Referiu que o primeiro papel que competia à imprensa pública, no primeiro ano da nova liderança do país, já foi cumprido. Agora é necessário entrar num novo ciclo em que os jornalistas ajudem a mobilizar a sociedade para ultrapassar os problemas sociais.

O governante admitiu que, na última década, a imprensa, sobretudo a pública, "mostrava uma Angola de fantasias” e hoje sabe-se “que não era” bem assim.

Notou que hoje ainda se confunde o jornalismo com as redes sociais, considerando que nestas, não há contraditório, pois o blogueiro nem sempre é jornalista, “mas são essas as tendências que circulam e acabam por contaminar a postura da media profissional”.

Anunciou que o Ministério da Comunicação Social está a criar condições para um sistema de comunicação aberto e plural, para que o jornalismo seja executado de acordo com as “boas práticas profissionais”, independentemente das linhas editoriais dos distintos órgãos.

A palestra inseriu-se no programa de lançamento, a 10 de Outubro do ano em curso, do jornal regional “Ventos do Sul”, um dos títulos da Edições Novembro, que vai abordar temáticas daas províncias da Huíla, Namibe, Cunene e Cuando Cubango.

 

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